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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

PERÍODO INTERBIBLICO

Aos alunos do Curso de Teologia




O PERÍODO INTERBIBLICO
A Expressão “400 anos de silêncio”, freqüentemente empregada para descrever o período entre os últimos eventos do Antigo Testamento e o começo dos acontecimentos do Novo Testamento não é correta nem apropriada. Embora nenhum profeta inspirado tivesse se erguido em Israel durante aquele período, e o Antigo Testamento já estivesse completo aos olhos dos judeus, certos acontecimentos ocorreram que deram ao judaísmo posterior sua ideologia própria e, providencialmente, prepararam o caminho para a vinda de Cristo e a proclamação do Seu Evangelho.
A SUPREMACIA PERSA
Por cerca de um século depois da época de Neemias, o império Persa exerceu controle sobre a Judéia. O período foi relativamente tranqüilo, pois os persas permitiam aos judeus o livre exercício de suas instituições religiosas. A Judéia era dirigida pelo sumo sacerdote, que prestavam contas ao governo persa, fato que, ao mesmo tempo, permitiu aos judeus uma boa medida de autonomia e rebaixou o sacerdócio a uma função política. Inveja, intriga e até mesmo assassinatos tiveram seu papel nas disputas pela honra de ocupar o sumo sacerdócio. Joanã, filho de Joiada (Ne 12.22), é conhecido por ter assassinado o próprio irmão, Josué, no recinto do templo.
A Pérsia e o Egito envolveram-se em constantes conflitos durante este período, e a Judéia, situada entre os dois impérios, não podia escapar ao envolvimento. Durante o reino de Artaxerxes III muitos judeus engajaram-se numa rebelião contra a Pérsia. Foram deportados para Babilônia e para as margens do mar Cáspio.
ALEXANDRE O GRANDE
Após à vitória sobre os exércitos persas na Ásia Menor (333 AC), Alexandre marchou para a Síria e Palestina. Depois de ferrenha resistência, Tiro foi conquistada e Alexandre deslocou-se pra o sul, em direção ao Egito. Diz a lenda que quando Alexandre se aproximava de Jerusalém o sumo sacerdote Jadua foi ao seu encontro e lhe mostrou as profecias de Daniel, segundo as quais o exército grego seria vitorioso (Dn 8). Essa narrativa não é levada a sério pelos historiadores, mas é fato que Alexandre tratou singularmente bem aos judeus. Ele lhes permitiu observarem suas leis, isentou-os de impostos durante os anos sabáticos e, quando construiu Alexandria no Egito (331 AC), estimulou os judeus a se estabelecerem ali e deu-lhes privilégios comparáveis aos seus súditos gregos.
OS PTOLOMEUS
Depois da morte de Alexandre (323 AC), a Judéia, ficou sujeita, por algum tempo a Antígono, um dos generais de Alexandre que controlava parte da Ásia Menor. Subseqüentemente, caiu sob o controle de outro general, Ptolomeu I (que havia então dominado o Egito), cognominado Soter, o Libertador, o qual capturou Jerusalém num dia de sábado em 320 AC. Ptolomeu foi bondoso para com os judeus. Muitos deles se radicaram em Alexandria, que continuou a ser um importante centro da cultura e pensamento judaicos por vários séculos. No governo de Ptolomeu II (Filadelfo) os judeus de Alexandria começaram a traduzir a sua Lei, i.e., o Pentateuco, para o grego. Esta tradução seria posteriormente conhecida como a Septuaginta.
OS SELÊUCIDAS
Depois de aproximadamente um século de vida dos judeus sob o domínio dos Ptolomeus, Antíoco III (o Grande) da Síria conquistou a Síria e a Palestina aos Ptomeus do Egito (198 AC). Os governantes sírios eram chamados selêucidas porque seu reino, construído sobre os escombros do império de Alexandre, fora fundado por Seleuco I (Nicator).
Durante os primeiros anos de domínio sírio, os selêucidas permitiram que o sumo sacerdote continuasse a governar os judeus de acordo com suas leis. Todavia, surgiram conflitos entre o partido helenista e os judeus ortodoxo. Antíoco IV (Epifânio) aliou-se ao partido helenista e indicou para o sacerdócio um homem que mudara seu nome de Josué para Jasom e que estimulava o culto a Hércules de Tiro. Jasom, todavia, foi substituído depois de dois anos por uma rebelde chamado Menaém (cujo nome grego era Menelau). Quando partidários de Jasom entraram em luta com os de Menelau, Antíoco marcho contra Jerusalém, saqueou o templo e matou muitos judeus (170 AC). As liberdades civis e religiosas foram suspensas, os sacrifícios diários forma proibidos e um altar a Júpiter foi erigido sobre o altar do holocausto. Cópias das Escrituras foram queimadas e os judeus foram forçadas a comer carne de porco, o que era proibido pela Lei. Uma porca foi oferecida sobre ao altar do holocausto para ofender ainda mais a consciência religiosa dos judeus.OS MACABEUS
Não demorou muito para que os judeus oprimidos encontrassem um líder para sua causa. Quando os emissários de Antíoco chegaram à vila de Modina, cerca de 24 quilômetros a oeste de Jerusalém, esperavam que o velho sacerdote, Matatias, desse bom exemplo perante o seu povo, oferecendo um sacrifício pagão. Ele, porém, além de recusar-se a fazê-lo, matou um judeu apóstata junto ao altar e o oficial sírio que presidia a cerimonia. Matatias fugiu para a região montanhosa da Judéia e, com a ajuda de seus filhos, empreendeu uma luta de guerrilhas contra os sírios. Embora os velho sacerdote não tenha vivido para ver seu povo liberto do jugo sírio, deixou a seus filhos o término da tarefa. Judas, cognominado “o Macabeu”, assumiu a liderança depois da morte do pai. Por volta de 164 AC Judas havia reconquistado Jerusalém, purificado o templo e reinstituído os sacrifícios diários. Pouco depois das vitórias de Judas, Antíoco morreu na Pérsia. Entretanto, as lutas entre os Macabeus e os reis selêucidas continuaram por quase vinte anos.
Aristóbulo I foi o primeiro dos governantes Macabeus a assumir o título de “Rei dos Judeus”. Depois de um breve reinado, foi substituído pelo tirânico Alexandre Janeu, que, por sua vez, deixou o reino para sua mãe, Alexandra. O reinado de Alexandra foi relativamente pacífico. Com a sua morte, um filho mais novo, Aristóbulo II, desapossou seu irmão mais velho. A essa altura, Antípater, governador da Iduméia, assumiu o partido de Hircano, e surgiu a ameaça de guerra civil. Conseqüentemente, Roma entrou em cena e Pompeu marchou sobre a Judéia com as suas legiões, buscando um acerto entre as partes e o melhor interesse de Roma. Aristóbulo II tentou defender Jerusalém do ataque de Pompeu, mas os romanos tomaram a cidade e penetraram até o Santo dos Santos. Pompeu, todavia, não tocou nos tesouros do templo.
OS ROMANOS
Marco Antônio apoiou a causa de Hircano. Depois do assassinato de Júlio Cesar e da morte de Antípater (pai de Herodes), que por vinte anos fora o verdadeiro governante da Judéia, Antígono, o segundo filho de Aristóbulo, tentou apossar-se do trono. Por algum tempo chegou a reina em Jerusalém, mas Herodes, filho de Antípater, regressou de Roma e tornou-se rei dos judeus com apoio de Roma. Seu casamento com Mariamne, neta de Hircano, ofereceu um elo com os governantes Macabeus.
Herodes foi um dos mais cruéis governantes de todos os tempos. Assassinou o venerável Hircano (31 AC) e mandou matar sua própria esposa Mariamne e seus dois filhos. No seu leito de morte, ordenou a execução de Antípater, seu filho com outra esposa. Nas Escrituras, Herodes é conhecido como o rei que ordenou a morte dos meninos em Belém por temer o Rival que nascera para ser Rei dos Judeus.
GRUPOS RELIGIOSOS JUDEUS
Quando, seguindo-se à conquista de Alexandre, o helenismo mudou a mentalidade do Oriente Médio, alguns judeus se apegaram ainda mais tenazmente do que antes à fé de seus pais, ao passo que outros se dispuseram a adaptar seu pensamento às novas idéias que emanavam da Grécia. Por fim, o choque entre o helenismo e o judaísmo deu origem a diversas seitas judaicas.
Os Fariseus
Os fariseus eram os descendentes espirituais dos judeus piedosos que haviam lutado contra os helenistas no tempo dos Macabeus. O nome fariseu “separatista”, foi provavelmente dado a eles por seu inimigos, para indicar que eram não-conformistas. Pode, todavia, ter sido usado com escárnio porque sua severidade os separava de seus compatriotas judeus, tanto quanto de seus vizinhos pagãos. A lealdade à verdade às vezes produz orgulho e ate mesmo hipocrisia, e foram essas perversões do antigo ideal farisaico que Jesus denunciou. Paulo se considerava um membro deste grupo ortodoxo do judaísmo de sua época. (Fp 3.5).
Saduceus
O partido dos saduceus, provavelmente denominado assim por causa de Zadoque, o sumo sacerdote escolhido por Salomão (1Rs 2.35), negava autoridade à tradição e olhava com suspeita para qualquer revelação posterior à Lei de Moisés. Eles negavam a doutrina da ressurreição, e não criam na existência de anjos ou espíritos (At 23.3). Eram, em sua maioria, gente de posses e posição, e cooperavam de bom grado com os helenistas da época. Ao tempo do Novo Testamento controlavam o sacerdócio e o ritual do templo. A sinagoga, por outro lado, era a cidadela dos fariseus.
Essênios
O essenismo foi uma reação ascética ao externalismo dos fariseus e ao mundanismo dos saudceus. Os essênios se retiravam da sociedade e viviam em ascetismo e celibato. Davam atenção à leitura e estudo das Escrituras, à oração e às lavagens cerimoniais. Suas posses eram comuns e eram conhecidos por sua laboriosidade e piedade. Tanto a guerra quanto a escravidão era contrárias a seus princípios.
O mosteiro em Qumran, próximo às cavernas em que os Manuscritos do Mar Morto foram encontrados, é considerado por muitos estudiosos como um centro essênio de estudo no deserto da Judéia. Os rolos indicam que os membros da comunidade haviam abandonado as influências corruptas das cidades judaicas para prepararem, no deserto, “o caminho do Senhor”. Tinham fé no Messias que viria e consideravam-se o verdadeiro Israel para quem Ele viria.
Escribas
Os escribas não eram, estritamente falando, uma seita, mas sim, membros de uma profissão. Eram, em primeiro lugar, copistas da Lei. Vieram a ser considerados autoridades quanto às Escrituras, e por isso exerciam uma função de ensino. Sua linha de pensamento era semelhante à dos fariseus, com os quais aparecem freqüentemente associados no Novo Testamento.
Herodianos
Os herodianos criam que os melhores interesses do judaísmo estavam na cooperação com os romanos. Seu nome foi tirado de Herodes, o Grande, que procurou romanizar a Palestina em sua época. Os herodianos eram mais um partido político que uma seita religiosa.
A opressão política romana, simbolizada por Herodes, e as reações religiosas expressas nas reações sectárias dentro do judaísmo pré-cristão forneceram o referencial histórico no qual Jesus veio ao mundo. Frustrações e conflitos prepararam Israel para o advento do Messias de Deus, que veio na “plenitude do tempo” (Gl 4.4)

Adaptado de “From Malachi to Matthew”, de Charles F. Pfeiffer.Transcrito de “A Bíblia Anotada”

quarta-feira, 9 de setembro de 2009







Quem é que ainda não reclamou ou comentou sobre alguma coisa dentro da sua Igreja, principalmente, nos dias atuais em que há muitas novidades e mais liberdade de costumes? A insatisfação é como uma moeda de duas faces. Se você não tomar cuidado, pode entrar por um caminho perigoso e perder a alegria da sua salvação.É muito comum voltar da Igreja para casa, hoje, com um "cesto" de assuntos não muito cristãos, para dizer o mínimo.
Boa parte dos crentes não está indo à casa de Deus para adorar, senão para observar e colher as (más)novidades. Conscientemente ou não.Quando saímos da posição de adoradores para "observadores" as coisas se complicam. Primeiro isso não agrada a Deus. Seria como uma oferta defeituosa. Acho mesmo que nem oferta seria. Veio à mente uma imagem: mãos vazias. Depois cultuar de mãos vazias, parafraseando a Bíblia, seria como enterrar o único talento.Talento enterrado. Adoração negativa. Sem pensar nisso você estaria ofendendo a Deus indo ao culto sem nada para oferecer; entristecendo o Espírito Santo.Uma atitude crítica com respeito à vida dos outros. Do pregador, do pastor, da mocidade, das senhoras, das crianças. Do estacionamento, do banco pouco confortável, do secretário, do irmão das conversas paralelas durante o culto. Um arsenal completo não da armadura do cristão, mas do crítico anticristão.Quem se age desta maneira dificilmente vai perceber que se comporta assim.É por isso que muitos de nós não têm mais prazer de ir ao culto. Não ouve mais a voz de Deus nada dentro da Igreja. Já entristeceu tanto o Espírito Santo, que não recebe mais nada. E não recebe nada por que não veio oferecer nada. Outra imagem de pregações antigas: um vaso de boca para baixo.Antes de mudar de Igreja, seria muito bom fazer uma pequena anamnésia. Por que eu estou insatisfeito com minha Igreja?Tenho sido um adorador ou um crítico? Minha vida é um sacrifício vivo de adoração a Deus ou só penso em adorar quando vou ao culto? Como estou diante de Deus? Carrego de volta para casa depois do culto tudo o vi de ruim ou ocupo meu tempo comentando como foi bom o culto? Dependendo da resposta, mesmo que mude de Igreja sua insatisfação vai segui-lo/a. E aí?Eu não creio que seja fácil mudar um comportamento crítico enraizado. Eu me humilharia diante de Deus e evitaria conversar sobre assuntos da Igreja DIUTURNAMENTE com pessoas com o mesmo defeito.Hoje, com tanta liberdade, e tantas Igrejas, e tantos pastores, uma doutrina mais ortodoxa afasta pessoas. Muitas coisas são relevadas e não há, talvez, uma preocupação em ensinar e repisar este assunto. Outra imagem volta a minha mente: a oferta de Abel e a oferta de Caim.Caim caiu da graça e chegou ao ponto de matar seu irmão por um problema acontecido na adoração. Não sei que tipo de oferta os dois levaram. Mas um deles pensou que eliminando o irmão iria resolver o problema da oferta. E o problema não estava o irmão, mas na forma de cultuar de Caim.E assim, por causa da insatisfação você pode fazer muitas coisas. Acho que entre todas elas apenas é a melhor. Resolva este problema em oração com o Senhor Jesus. Converse com Ele. Chore na presença Dele. Desabafe suas mágoas e mesquinharias com Ele. Se você fizer assim vai resolver a raiz de muitos males. Se você é cristão e anda insatisfeito com tudo, principalmente com a sua Igreja, tome cuidado. Os santos da sua Igreja são mesmo pessoas com um variado leque de defeitos.A palavra de Deus pode limpá-los, deletá-los. Pedro perguntou: Senhor, até quantas vezes devo perdoar meu irmão - sete vezes? Ao que Jesus respondeu: Não apemas sete vezes, mas 70 x 7 - 490 vezes - por dia!A falta de perdão é como a louça suja que vai acumulando na pia, dia após dia.
Da mesma forma que produz uma insatisfação insuportável chegar em casa e verificar que tem louça por lavar há mais uma semana, um coração que tenha o mau hábito de guardar e comentar tudo o que de ruim se passa na Casa de Deus vai acabar mesmo muito insatisfeito, vazio do Espírito. Um vaso sujo, que precisa ser limpo pelo melhor bombril que existe: o perdão do Senhor Jesus Cristo.Não dê "mole" para a insatisfação. As vítimas podem ser você e sua família.
Autor: João CruzoéFonte:
Olhar Cristão






Os primeiros cristãos condenavam o aborto como “entre os piores pecados”
Alex Bush
Quinze de junho de 2009 (Notícias Pró-Família) — David Brattston, um advogado e juiz aposentado, escreveu um artigo publicado por LifeSiteNews aqui, no qual ele investiga a questão do que os primeiros cristãos tinham a dizer sobre o aborto.
O artigo vem no rastro dos escândalos envolvendo Joe Biden, vice-presidente dos EUA, e Nancy Pelosi, presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, que são ambos católicos, mas que afirmam em entrevistas aos meios de comunicação que a moralidade do aborto tem sido uma questão de debate durante toda a história cristã.
Brattston mostra que, pelo contrário, o aborto era unanimemente considerado pecado de acordo com os primeiros pensadores cristãos. O autor investiga os escritos de pensadores cristãos desde a época de Cristo até o primeiro concílio ecumênico da Igreja em Nicéia em 325 AD.
Brattston escreve que sua conclusão é prontamente apoiada por fatos. Suas fontes foram escritas tão no começo da Era Cristã que os escritores teriam ou conhecido os apóstolos ou seus discípulos, ou os escritores teriam vivido apenas poucas gerações depois dos apóstolos.
Ele cita textos tais como o Didaquê, um “manual anônimo da igreja do fim do primeiro século”, que diz que “não matarás uma criança por meio de aborto nem assassinarás aquilo que é gerado”.
A obra Acerca da Alma, de Tertuliano, também declara que o aborto é imoral. “O embrião pois se torna ser humano no ventre a partir do momento em que sua forma está completa. A lei de Moisés, aliás, pune com devidas penalidades o homem que causar aborto, na medida em que já existe o início de um ser humano”.
Brattston conclui dizendo que entre os primeiros cristãos, o aborto era “proibido por Deus e estava na mesma categoria de qualquer outro assassinato”.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

PASTORAL

“Perto está o Senhor de todos os que o invocam” Sl 45. O nosso Deus nunca nos abandonou, Davi nos declarou que o Senhor é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações, temos que aprender a olhar para o socorro do Senhor e não para as tribulações “Aquietai-vos e sabeis que eu sou Deus” Sl 46.10. e ainda Elevo meus olhos para os montes, de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor...”Sl 121.1.
Portanto queridos irmãos, não podemos perder o foco em nossa caminhada. O propósito da vida “é ter um propósito” como disse alguém; não estamos aqui como turistas, nem muito menos passeando, estamos numa missão a serviço do Reino de Deus, se a nossa espiritualidade se manifestar apenas dentro dos templos e reuniões de oração, e se ela não for prática no dia a dia, temo que ficaremos pedindo socorro e clamando por salvação mesmo com Jesus dentro do barco como os discípulos.
Pr. Gilberth da Hora

quinta-feira, 3 de setembro de 2009




Necessário Ler: Francis Schaeffer



A série Necessário Ler começou com um programa vários meses atrás com C.S. Lewis. A razão para esta série é que muitos dos grandes escritores que ajudaram muitos cristãos são agora desconhecidos ou negligenciados por muitos que poderiam usar estes autores na fé.
Este artigo enfoca Francis Schaeffer (1912-1984), um dos mais reconhecidos e respeitados autores Cristãos do século vinte. Ele viu muito mais amplamente que a maioria de nós e foi profundo em todos eles. Ele foi verdadeiramente um dos grandes cristãos de nossa época. {1} Se este é o caso, e eu e muitos outros acreditam que é, então perguntamos: a que estava olhando Schaeffer? A resposta é toda a história do homem e os eventos que conduziram ao que somos hoje.
Num tempo em que os estudos geralmente eram centralizados em torno de um tema comum, Schaeffer foi um generalista completo. Ele foi um verdadeiro homem do Renascimento que sabia algo sobre tudo, ao invés de tudo sobre algo. Além de seu notável conhecimento e enciclopédico da história humana, ele pôde conectar eventos importantes nos quais os cristãos podem ver o que aconteceu na história humana, o que está acontecendo agora, e o que acontecerá se o homem continuar em seu curso presente. Schaeffer foi um visionário que teve uma compreensão misteriosa de como vivemos e o que o gênero humano pode esperar para o futuro
O maior beneficio de Schaeffer, assim de C.S. Lewis, era a sua preocupação para o cristão comum. Ele acreditava que a filosofia, teologia e éticas não deviam ser só conversas reservadas aos acadêmicos; A preocupação deles devia ser o homem da rua. O preço para essa ignorância poderia ser nossa vida, ou a perda de muitas almas. As Escrituras são muito claras relativo ao preço da ignorância. O profeta Oséias disse que as pessoas de Deus perecem por falta de conhecimento. {2} levando em conta esta observação, o gênio de Schaeffer foi a habilidade para comunicar assuntos filosóficos e teológicos extremamente difíceis em um nível não-técnico. Seus escritos proporcionam para os cristãos acesso para algumas das preocupações mais urgentes de nossos tempos.
Serão discutidos vários aspectos do estilo de Schaeffer em suas composições neste artigo. Primeiro, ele percebeu a inteireza da ordem criada. Há uma necessidade básica em todos os seres humanos de saber as respostas para as grandes perguntas da vida, e Schaeffer acreditou que Deus deu para o homem as respostas na forma de revelação natural e específica.
Segundo, Schaeffer acreditava que o homem tem uma inclinação natural para desejar o razoável. Schaeffer dizia que a fé cristã não só é verdade, mas essa é a versão mais plausível para a existência do homem e seu lugar aqui. Ele afirmava que uma fé irracional não é o que Deus queria comunicar ao homem.
E em terceiro lugar, Schaeffer foi um dos mais originais críticos culturais do século vinte. Ele acreditava que o gênero humano, cristãos e não, estavam perdendo tempo com a irracionalidade. Ele acreditava que o verdadeira ortodoxia, o Cristianismo, estava se perdendo.
Schaeffer e O Deus que está AliFrancis Schaeffer desenvolveu alguns temas importantes em seus três livros: The God Who Is There (O Deus que Está Ali), Escape from Reason (Fuga da Razão), e He Is There and He Is Not Silent.(Ele Está Lá e Não Está Calado).
Consideremos The God Who Is There primeiro. A tese principal neste livro é que o homem moderno abandonou a idéia da verdade, e isso teve conseqüências difundidas em toda área da vida.
Na argumentação dele, Schaeffer resume a última metade do século vinte e localiza o desenvolvimento do clima intelectual na sociedade Ocidental. As gerações anteriores tinham crescido com uma convicção básica que a lei da não-contradição era verdade. O que ele nos fazia entender era: que esta declaração não pode ser ao mesmo tempo verdadeira e falsa. Você ou está lendo esta composição por exemplo, ou você não está. Você não pode ao mesmo tempo ler e não ler. Ou você está ou não está – você escolhe.
Quando ouvimos algo assim, nossa primeira reação é "claro que acreditamos nesta lei de não-contradição." Nós acreditamos e vivemos por isto, mesmo se nós não soubéssemos dela. Mas Schaeffer diz-nos que começou a haver um declínio nesta convicção no século XVIII. Este passo foi seguido, depois da razão, nas áreas de artes e música. Depois, cultura geral e teologia. Há muito para se discutir sobre quem veio primeiro e o que se seguiu a quem. O que é importante perceber é que depois do século XVII e XVIII, no Iluminismo, e certamente antes da Revolução Industrial, os homens nas posições mais altas do academicismo e vida artística começaram a pensar muito diferente.
Na primeira metade deste século, o homem ocidental começou a pensar em termos de verdades exclusivas. Em outras palavras, nós começamos a acreditar que duas pessoas pudessem acreditar em verdades exclusivas simultaneamente e ambos poderiam estar certos. Isto seria como se duas pessoas vêem um objeto e uma delas diz que existe e o outro diz que não existe. Os dois homens dão um aperto de mão e dizem que ambos estão certos. A realidade objetiva não existe e nada é verdade. O resultado deste pensamento é que o homem começa a se desesperar em sua condição. {3} Ele não sabe o que é em última instância verdadeiro.
O trabalho de Schaeffer foi ajudar os cristãos a serem sal e luz neste mundo. E fazermos perceber que temos que entender como as pessoas pensam. Schaeffer também advertiu-nos contra a tendência para a irracionalidade. {4} Juntos, muitos cristãos estão escolhendo permanecer calados quando escutam pessoas dizerem que todas as religiões são iguais, ou que o Cristianismo pode ser verdade para uma pessoa, mas não verdadeiro para outra. Os cristãos não podem permanecer calados em um mundo que está abraçando a irracionalidade. A unidade do Cristianismo ortodoxo deveria ser centrada e deveria ser fundamentada na verdade. Isto nunca foi fácil, mas é absolutamente necessário.
Fuga da RazãoEm The God Who Is There, a tese principal de Schaeffer é que o homem moderno é caracterizado pela inclinação de viver uma vida de contradições. Em Escape from Reason (Fuga da Razão), ele mostra como chegamos a esta posição, e o que pode ser feito.
Francis Schaeffer acreditava que a grande fase da história humana aconteceu nos finais do século XVI e começo do século XVII. A Reforma foi um movimento do século XV e XVI, mas foi religioso na natureza e em última instância resultou na formação das igrejas protestantes. O Renascimento, diz Schaeffer, em grande parte enfatizava as realizações do homem. Em contraste, a Reforma enfatizou o testamento de Deus e a autoridade das Santas Escrituras. Disto tem que se lembrar que Schaeffer está generalizando em muito do que é dito aqui e que ambos os movimentos tiveram seus aspectos bons e ruins.
Schaeffer diz que os homens no Renascimento acreditavam que eles eram grandes por causa da sua maravilhosa arte, literatura, e arquitetura. O homem da Reforma acreditava que ele era grande por causa do Deus que o tinha feito. O homem foi feito para ter uma relação com seu Criador, mas o homem do Renascimento acreditava precisar se relacionar mais com as coisas seculares. {5}
Como a ênfase no homem aumentava, diminuiu a importância de Deus. Isto ampliou-se mais adiante por meio de descobertas científicas que permitiram o homem entender o Universo em princípios puramente naturalistas. O resultado do homem descobrir o Universo só pela razão o fez tentar entender tudo pela razão somente.
Os homens achavam que podiam explicar tudo pela razão, mas as questões filosóficas provaram-se ser muito maiores. Além disso, eles descobriram que havia muitas perguntas que não poderiam ser respondidas só por meio da razão. Algumas destas perguntas eram: Como tudo começou? Por que existe algo no lugar do nada? O que acontece a nós depois que nós morremos? Estas perguntas são respondidas pela teologia, e as respostas várias vezes tinham um ente divino chamado Deus.
O homem moderno ficou assim de frente com duas possibilidades. Ou poderia aceitar as respostas das Escrituras, ou viver como se vida tivesse significando embora não aceitasse que tinha alguma..{6} Schaeffer disse que os homens na tradição filosófica Ocidental em grande parte optaram para existência irracional e escaparam as exigências da razão, conseqüentemente a Fuga da Razão do título do livro. A conclusão de Schaeffer para este problema é que os cristãos têm que voltar para as Escrituras sua habilidade em responder grandes questões filosóficas, e que nós temos constantemente que mostrar nossa fé ao mundo. {7} Além disso, Schaeffer acreditava que o ideal é quando o homem da rua respondesse com a linguagem do Evangelho. O idioma mudou, e nós temos que aprender a falar neste idioma novo. {8} Nós temos que nos educar e estarmos prontos a dar uma resposta de como o homem moderno entrou no estado presente dele.
Ele Está Lá e Não Está CaladoNa análise dos dois livros anteriores vimos que Schaeffer explica o desenvolvimento da história moderna e como o gênero humano abraçou a não-razão em grande parte na área da moralidade. Em Ele Está Lá e Não Está Calado, Schaeffer esboça uma solução para a questão que está na frente do homem moderno. Ele diz que há três áreas nas quais o gênero humano moderno tem uma necessidade absoluta por Deus: metafísicas, moralidades, e epistemologia.{9} Estas são três áreas filosóficas que tem a ver, respectivamente, com o problema da existência, do comportamento moral do homem, e de como o homem pode vir a ter um verdadeiro conhecimento de qualquer coisa a respeito de tudo.
Antes do século XVII, a filosofia e a teologia perceberam que estavam lidando com as mesmas perguntas. A única diferença era que a primeira argumentava com a revelação natural, enquanto a outra argumentava com a revelação especial. Na Idade Média a filosofia era um braço da teologia. A Teologia foi a rainha das ciências. Quando a filosofia ficou encurralada, descobriu-se que não podia responder a grandes perguntas. A realidade de Deus conhecida por sua revelação, porém, dá as respostas para tais questões.
Consideremos as áreas de metafísicas, moral, e epistemologia. A necessidade metafísica para a existência de Deus diz que deve haver algo ou alguém que é muito grande e poderoso para criar e manter o universo em que nós vivemos. Se estas exigências não são satisfeitas, então o homem é forçado a admitir que ele está aqui por casualidade e não tem nenhum destino especial. {10}
A necessidade moral da existência de Deus centra-se no homem como um ser pessoal e um ser que distingue entre o que é certo e o que é errado. Há só duas opções. Qualquer homem foi criado de um começo impessoal e seu sistema moral é um produto da sua cultura, ou o homem teve um começo pessoal e foram dadas leis para seguir e um senso inato do certo e errado. {11} A necessidade moral de Deus é fundamentada na necessidade filosófica de considerar por que o homem é ao mesmo tempo cruel e maravilhoso. Isto só pode ser explicado nos termos da história bíblica da queda.
A necessidade espistemológica da existência de Deus força-nos a usar nossas habilidades para saber no final o que é real. Muitos dos problemas modernos na área de conhecimento começaram no século XVII. Como a revolução científica desenvolvia-se, o critério para a verdade se tornou que só poderia ser verdade o que fosse demonstrado em laboratório. O resultado foi que a convicção em Deus e o milagre que não pode ser demonstrado em um laboratório entrou em dúvida e foi negado por muitos. O resultado final era que a teologia é variável e não existe verdade absoluta. Nós vemos pessoas perguntarem, "Como você sabe isso?" E freqüentemente esta pergunta é repetida para toda resposta subseqüente.
A única resposta para estes três dilemas é que Deus está lá, e para sua revelação natural e especial. A base do Cristianismo é a convicção que Deus está lá e que o homem pode se comunicar com Ele. Se isto não é verdade, então nós estamos sem fundamento.
Francis Schaeffer e "O Homem sem uma Bíblia"O propósito desta discussão dos trabalhos de Francis Schaeffer é que nós esperamos que os cristãos conhecerão uma vez mais a este grande apologista da fé Cristã e aprenderão dos ensinamentos dele. Finalizando, nós mostraremos um dos seus trabalhos menos conhecidos, Death In The City (Morte na Cidade). No capítulo 7, "O Homem sem uma Bíblia," Schaeffer dá um conselho para os cristãos que moram em um mundo pós-cristão. Ele diz muito convincentemente que a igreja na América se tornou em grande parte longe de Deus e o conhecimento das coisas de Deus. Isto aconteceu em alguns décadas pequenas justas, dos anos vinte para os 1960s.{12} ,
Nós sempre temos que ter em mente que a Bíblia é inspirada ou autorizada. Para estas pessoas a Bíblia é só um livro. A Bíblia foi muito criticada nos últimos 150 anos. Poucas de nossas Universidades seculares tratam a Bíblia com inspirada. Quando essas Universidades foram fundadas, ninguém duvidava da autoridade das Escritas. Grande parte dos homens de hoje têm uma visão diferente que os seus antepassados tiveram. Dessa maneira, como compartilhar a mensagem bíblica a um homem sem a Bíblia?
Schaeffer cita três passagens onde Paulo fala sobre as Escritas. Lemos em Atos 14:15-17; 17:16-32, e Romanos 1:18-2:16. Paulo não usou os textos nesses casos porque as pessoas não queriam que elas fizessem efeito sobre suas vidas. Paulo disse-lhes que o conhecimento natural do homem é sinal dele ter sido criado.
Em Romanos 1:18 a ira de Deus é lançada sobre todo homem. Schaeffer acredita que este é um bom lugar para o homem de hoje conhecer. Temos que dizer aos não-cristãos que eles tem esse senso lato e que Deus provê esse conhecimento. (Deve-se entender esse conhecimento de Deus aqui como uma revelação natural, e não o evangelho.) Paulo diz que todo homem sabe, apesar de negar, que Deus existe. Esse conhecimento lato é completado elo senso moral dado ao homem. Pelo fato dos homens terem um sentido natural do certo e errado, é sinal que sabem que Deus existe e eles recebem de bom grado esse conhecimento.
O homem sem a Bíblia suprimiu a revelação natural de Deus, não a revelação especial das Escrituras. O homem sem a Bíblia não seguiu as conclusões naturais de Deus encontrada nas Escrituras e então ficou perdido. Os muitos homens sem uma Bíblia são hoje uma oportunidade e um desafio aos cristãos. A oportunidade é que alguns homens estão perdidos e os cristãos podem partilhar de sua fé com eles. O desafio é mostrar às pessoas que a revelação da natureza e das pessoas ao redor deles apontam para a existência de um Criador
Francis Schaeffer foi ótimo em falar das Escrituras a não-cristãos sem usar a Bíblia. Iremos perder muito se não nos acostumarmos e utilizarmos dos métodos desse que foi um dos maiores cristãos do país.


Todd Kappelman









quarta-feira, 2 de setembro de 2009



Cristianismo Clássico
"No início, a igreja era um grupo de homens centrados no Cristo vivo.Então, a igreja chegou à Grécia e tornou-se uma filosofia.Depois, chegou à Roma e tornou-se uma instituição.Em seguida, à Europa e tornou-se uma cultura.E, finalmente, chegou à América e tornou-se um negócio." - Tenho entendido que temos o desafio de caminhar com nossa igreja, nossa comunidade rumo ao Cristianismo Clássico, centrado no Cristo vivo. Buscando sempre ter sensibilidade de ouvir o direcionamento do nosso Criador e buscando viver a vida abundante que Ele tem pra TODOS nós.
Postado por Carlos Bezerra às 11:12



Olá,
"Talvez você já tenha ouvido a expressão surfista de cristo e tenha estranhado o termo. isso é natural. afinal, os surfistas são geralmente associados, além das ondas e da praia, é óbvio, a uma vida de hábitos, digamos, mundanos. talvez você ache até que surfista e cristo sejam absolutamente incompatíveis. afinal, quando pensamos em um cristão, a primeira imagem que vem à nossa mente é a do irmão fervoroso e circunspecto, metido em um terno escuro, bíblia do tamanho de um tijolo debaixo do braço, caminhando satisfeito em direção à igreja, para mais uma lição da escola dominical.sob um agradável calor de verão de quarenta graus. quando alguém diz: lá vai o crente, nunca imaginamos que o crente seja um sujeito de cabelos longos e desgrenhados, cheio de tatuagens nos braços e pernas, pele tostada pelo sol, vestindo de bermudão, camiseta e havaianas, bíblia na mão direita, e a prancha debaixo do braço. mas, acredite esse cara, esse surfista de cristo, que teve um encontro pessoal com o senhor jesus, e teve sua vida transformada pelo amor e pela graça de cristo, é tão crente quanto qualquer outro. seu coração é tão devotado ao senhor, tão grato a deus, tão incansável na busca pela santidade e no compromisso pela propagação do evangelho como um cristão pode – e deve – ser. a única diferença entre um surfista de cristo e um cristão convencional está na aparência e na estratégia de evangelismo. e, obviamente, na forma de desfrutar dos momentos de lazer!porque deus, na sua multiforme sabedoria, deu a seus discípulos e seguidores capacidade para que desenvolvessem multiformes estratégias, a fim de alcançar pessoas multiformes. não é por outro motivo que encontramos, nos dias atuais, igrejas e ministérios tão diversificados. o senhor quer salvar a todos, sejam caretas, punks, prostitutas, drogados, mauricinhos... e, graças a deus, surfistas!"Olá,
"Talvez você já tenha ouvido a expressão surfista de cristo e tenha estranhado o termo. isso é natural. afinal, os surfistas são geralmente associados, além das ondas e da praia, é óbvio, a uma vida de hábitos, digamos, mundanos. talvez você ache até que surfista e cristo sejam absolutamente incompatíveis. afinal, quando pensamos em um cristão, a primeira imagem que vem à nossa mente é a do irmão fervoroso e circunspecto, metido em um terno escuro, bíblia do tamanho de um tijolo debaixo do braço, caminhando satisfeito em direção à igreja, para mais uma lição da escola dominical.sob um agradável calor de verão de quarenta graus. quando alguém diz: lá vai o crente, nunca imaginamos que o crente seja um sujeito de cabelos longos e desgrenhados, cheio de tatuagens nos braços e pernas, pele tostada pelo sol, vestindo de bermudão, camiseta e havaianas, bíblia na mão direita, e a prancha debaixo do braço. mas, acredite esse cara, esse surfista de cristo, que teve um encontro pessoal com o senhor jesus, e teve sua vida transformada pelo amor e pela graça de cristo, é tão crente quanto qualquer outro. seu coração é tão devotado ao senhor, tão grato a deus, tão incansável na busca pela santidade e no compromisso pela propagação do evangelho como um cristão pode – e deve – ser. a única diferença entre um surfista de cristo e um cristão convencional está na aparência e na estratégia de evangelismo. e, obviamente, na forma de desfrutar dos momentos de lazer!porque deus, na sua multiforme sabedoria, deu a seus discípulos e seguidores capacidade para que desenvolvessem multiformes estratégias, a fim de alcançar pessoas multiformes. não é por outro motivo que encontramos, nos dias atuais, igrejas e ministérios tão diversificados. o senhor quer salvar a todos, sejam caretas, punks, prostitutas, drogados, mauricinhos... e, graças a deus, surfistas!"

quarta-feira, 26 de agosto de 2009


Cantor Cristão: Um Gigante Adormicido!





O Cantor Cristão é um hinário das Igrejas Batistas publicado pela Juerp. Em sua totalidade contém 581 hinos de edificação e glorificação a Deus.
O Cantor Cristão foi o segundo hinário dos evangélicos brasileiros. Foi publicado em 1861 e sua primeira versão continha apenas 16 hinos. As edições se sucederam, sendo sempre acrescidas de hinos novos. Em 1921 saiu a 17ª edição do hinário, já com 581 hinos, dos quais 102 eram de autoria ou tradução de Salomão Luiz Ginsburg. Três anos mais tarde, em 1924, o hinário saiu pela primera vez com música, pois até então só continha as letras com os hinos. Desde que Salomão Luiz Ginsburg editou o Cantor Cristão em 1891, muitas outras pessoas ilustres tem prestado a sua colaboração. Willian Edwin Entzminger (72 hinos), Henri Maxwell Wright (61 hinos), Manoel Avelino de Souza (29 hinos) e Ricardo Pitrowsky (23 hinos) são os que mais letras ou traduções tem feito no atual Cantor Cristão. (Na próxima edição, abordaremos aspectos históricos de alguns hinos. Fique atento!).